Gênesis: José fica fora de si ao saber que Asenate sofreu assédio sexual de Adurrá e toma atitude

O vizir do palácio também passa a ser o principal suspeito de passar informações de dentro do palácio a Apepi


20 de outubro de 2021

Foto: Reprodução Record TV/Montagem

Nos próximos capítulos de Gênesis, José (Juliano Laham) saberá que Asenate (Letícia Almeida) sofreu assédio sexual de Adurrá (Ricardo Lyra). Assim que voltam da noite de núpcias em tenda do deserto, encontram Abumani (Dudu de Oliveira). O fiel escudeiro do governador do olha para Asenate. “Você já contou pro José?”. A moça se surpreende e faz cara de reprovação, como que pedindo para ele ficar quieto. Mas Abu abre o jogo. “O vizir do palácio assediava Asenate quando ela morava lá”.

José se surpreende, já com a expressão séria. “O quê?”. Indignado, ele diz que a esposa não podia ter escondido isso dele. “Eu não tava escondendo, só não queria estragar o nosso bom momento com isso”. José também repreende Abumani, por não ter lhe contado antes. “A culpa é minha, José. Eu que proibi o Abu de falar”, admite a jovem. Furioso, José segue, apressado, em direção à porta. Asenate pergunta onde ele irá. “Vou resolver esse assunto e é agora!”, avisa.

Assim que chega ao palácio, ele revela a história a Potifar (Val Perré), Menkhe (Renato Rabelo) e Pentephres (Nando Cunha), que fica horrorizado. “Eu exijo que o vizir seja trazido aqui imediatamente!”, ordena José. Abumani conta que Adurrá ameaçava Asenate, dizendo que iria matar ele se a jovem não fizesse o que o vizir queria. “Ele prendeu ela em um dos quartos do palácio e ela só saiu porque o faraó mandou chamar”. Potifar pede para Menkhe chamar Adurrá.

Ao seguir até onde o vizir está, ele o flagra, conversando com Teruel (Amaurih Oliveira). “Eu disse que Apepi tem a primeira missão pra você”, fala o ex-soldado. Menkhe grita, chamando os soldados. “Aqui estão os informantes de Apepi!”. Mas Teruel e Adurrá conseguem fugir. O vizir se joga no rio Nilo após levar uma flechada no braço. Abumani tem certeza que ele morreu, afinal, o rio é cheio de jacarés, mas em cenas mais adiante, ele aparece vivo, deixando o Rio.

Assim que chega em casa, José se joga na cama, cansado. Asenate está ao lado dele, meio pasma com o que ouve. “Então quer dizer que o Adurrá morreu?”. O governador diz que foi isso que Abumani contou, que ele pulou no rio e sumiu. “José, será que ele teve alguma coisa a ver com o meu sequestro?”. José diz achar que sim. “Mas a gente não precisa mais se preocupar com isso. Tudo bem que eu não desejava a morte dele, só o aprisionamento mesmo e quem sabe a oportunidade de dar uns murros nele pelo que ele fez com você, mas...”.

Logo, ele fala que não quer mais falar sobre esse assunto. Asenate pergunta sobre o que ele quer falar. “De você...”, diz ele, que enche a amada de beijos. “De como você é linda... De como é bom vir pra casa todos os dias sabendo que você tá aqui... De como eu te amo e quero te fazer feliz”, declara-se. A moça sorri. “Eu já tô feliz”, afirma. José faz que vai levantar e ela pede para ele voltar. “Me faz feliz?”. Ele a olha, apaixonado. “Sempre”. E eles se beijam, intensos.